• Entenda as diferenças entre o inglês americano e o britânico

    Assim como o português falado no Brasil e em Portugal apresentam algumas divergências, existem diferenças entre o inglês americano e o britânico. Seja no sotaque, gramática, vocabulário e até mesmo na ortografia, cada uma das regiões adotam algumas particularidades.

    Saber identificar as características dos países que adotam essa língua é interessante para se adaptar ao local ou mesmo direcionar o seu aprendizado. Por isso, neste post, vamos apresentar as principais diferenças encontradas entre o inglês dos Estados Unidos e o europeu.

    Para ficar por dentro desse assunto, é só continuar a leitura!

    Principais diferenças entre o inglês americano e o britânico

    Uma das maneiras mais fáceis de diferenciar a língua inglesa falada nessas nações é por meio da pronúncia. No entanto, ela também pode se distinguir por meio de outros aspectos linguísticos e gramaticais.

    A seguir, confira as principais formas de identificar o idioma americano e o britânico!

    Vocabulário

    Em relação às palavras usadas no dia a dia de cada país, é possível encontrar algumas variâncias. Por exemplo, ao mencionar um telefone celular nos EUA, você pode dizer “cell phone”, enquanto no UK é interessante falar “mobile”.

    Há ainda outras diferenças, de acordo com cada respectiva região, como:

    –  candy — sweet (doces);

    –  fall — autumn (outono);

    –  subway — underground (metrô);

    –  pants — trousers (calças);

    –  elevator — lift (elevador);

    –  gas — petrol (gasolina);

    –  cookies — biscuits.

    Gramática

    Para se referir a algo que aconteceu recentemente, é comum que os americanos usem o simple past, já os britânicos preferem o present perfect. Sendo assim, frases como “I ate too much” (“Eu comi demais”), na América, transformariam-se em “I’ve eaten too much”, na Europa.

    A forma de conjugar os verbos no past particle também muda. Os britânicos não costumam usar “gotten”, já os americanos não têm problemas com isso. Algo semelhante acontece com os verbos irregulares, como burn, dream, leap ou learn, pois, na Europa, é comum colocar o “t” no final para se referir ao passado, mas nos Estados Unidos põe-se “ed”.

    Além disso, os substantivos coletivos (group, team, government, squad) podem ser conjugados tanto no singular quanto no plural no inglês britânico, mas, no americano, apenas no modo singular.

    Pronúncia

    O accent (sotaque) dessas duas regiões é a diferença mais notável. No Reino Unido, é comum pronunciar as palavras de maneira mais enfática, com um ritmo diferente. Por exemplo, o “r” é sempre silencioso, exceto quando antecede uma vogal, o “a” sai da parte de trás da boca e o “t” tem o mesmo som que falado em português.

    Já no inglês americano, isso não ocorre. O “a” tem uma sonoridade mais próxima do “e” brasileiro, o “r” é sempre pronunciado e com mais ênfase, e o “t” e parece mais com um “d” em português.

    Ortografia

    Ademais, a maneira de escrever algumas palavras varia entre ambas as regiões. Na América, a escrita se diferencia ortograficamente da Europa em terminações como:

    –  “se” e “ce” — defense/defence, license/licence (defesa e licença);

    –  “or” e “our” — behavior/behaviour, flavor/flavour (comportamento e sabor);

    –  “ter” e “tre” — center/centre, theater/theatre (centro e teatro);

    –  “ize” e “ise” — apologize/apologise, organize/organise (desculpas e organização).

    Como você pôde ver, conhecer as diferenças entre o inglês americano e o britânico pode ser muito importante, principalmente para estudar o idioma com foco em uma dessas regiões. Além do mais, quanto mais você aprender a língua, mais fácil será para diferenciar as suas duas versões.

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