Como funcionam as provas de inglês e espanhol para mestrado e doutorado?

Como funcionam as provas de proficiência em inglês e espanhol para mestrado e doutorado?

Ter domínio em inglês ou espanhol — na maioria das vezes, em ambos os idiomas — é de extrema importância para quem está pensando em ingressar no mestrado ou doutorado. Afinal, um dos critérios de seleção envolve a comprovação de fluência em, pelo menos, uma dessas línguas estrangeiras.

Os testes de proficiência costumam ser bem exigentes e requerem níveis elevados do idioma. Por essa razão, preparar-se adequadamente para realizá-los é fundamental para vencer essa etapa e chegar mais perto do sonho de ingressar em uma pós-graduação stricto sensu, como é o caso do mestrado e do doutorado.

Nesse post, vamos explicar como funcionam essas provas de inglês e espanhol para a pós-graduação. Acompanhe e saiba mais!

Por que os editais de mestrado e doutorado cobram uma língua estrangeira?

Os editais de mestrado e doutorado deixam bem explícito a necessidade de o candidato ter fluência em uma língua estrangeira. Isso é de essencial importância porque, ao se tornar um mestre ou doutor, o aluno estará contribuindo para a ciência com as suas produções.

Desse modo, muitas vezes, é necessário expandir os resultados para o nível internacional. Assim, além de escrever um artigo apenas em português, é preciso usar outro idioma para que pessoas de outros países também tenham acesso a essa produção.

Sem contar que, durante os estudos, é inevitável se deparar com algum artigo produzido em outra língua ou traduzido para o inglês. Isso será perceptível, principalmente, durante as pesquisas para a elaboração da tese ou dissertação.

Dessa maneira, além do inglês e do espanhol, podem ser cobrados idiomas como alemão, francês e italiano, principalmente para mestrados e/ou doutorados em áreas como Direito e ciências, sejam elas naturais ou humanas.

Como é a estrutura das provas de conhecimento em língua estrangeira?

As provas para ingresso na pós-graduação cobram conhecimentos técnicos sobre a área de interesse, assim como domínio em línguas estrangeiras. Na parte de idiomas, podem ser usados diferentes tipos de avaliação. A seguir, veja alguns deles!

Exames realizados por bancas específicas

Instituições como Fuvest, Vunesp e outras são procuradas para montarem exames de seleção de estudantes para diversos cursos. Elas também podem se responsabilizar por avaliar o domínio da língua estrangeira dos candidatos.

Nesse caso, o conteúdo cobrado tem caráter majoritariamente técnico. Por isso, a fim de se preparar para ir bem nesse exame, vale a pena investir em cursos que focam em objetivos específicos, como é o caso do Inglês Instrumental. Como alternativa, também é possível apresentar o certificado do teste de proficiência e se isentar dessa prova.

Provas organizadas pela universidade

A própria universidade também pode realizar o seu sistema de seleção. Nesse caso, é comum que o conteúdo cobrado seja a interpretação de textos em idioma estrangeiro. Assim, para garantir um bom resultado, é interessante treinar bastante a sua leitura, a fim de otimizar o seu tempo durante a avaliação.

Testes de proficiência

Por fim, esse é o sistema mais clássico de avaliação dos níveis de idiomas estrangeiros dos candidatos. As provas de proficiência podem solicitar até 4 habilidades:

  • leitura — interpretação de um ou mais textos, seguida de questionários referentes a esse conteúdo;
  • oralidade — provas orais podem ser solicitadas durante uma conversa com o examinador (instituições como a Universidade de Cambridge realizam esse teste);
  • escuta — o candidato precisa responder questões baseadas em áudios disponibilizados durante a avaliação;
  • escrita — elaboração de uma ou mais redações sobre temas indicados durante a prova.

Esses testes podem ser aplicados pela própria instituição de ensino que você pretende se matricular, ou podem ser utilizados exames clássicos, como TOEFL (Test of English as a Foreign Language), IELTS (International English Language Testing System), TOEIC (Test of English for International Communication), entre outros.

Seja inglês ou espanhol, o domínio desses idiomas é frequentemente tido como pré-requisito para ingressar e concluir os seus estudos no mestrado ou doutorado. Portanto, vale a pena aprender mais sobre essas línguas até atingir o nível exigido pelas instituições.

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